O Secretário Especial da Receita Federal do Brasil, Robinson Sakiyama Barreirinhas (foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado), abriu a torneira: R$ 16 bilhões no primeiro lote de restituição do Imposto de Renda de 2026, pago em 29 de maio — o maior já visto. Dinheiro que chega como chuva em terra seca, num momento em que o orçamento doméstico anda espremido. O volume robusto reflete dois movimentos: melhora no processamento das declarações e um filtro mais rígido — quem entregou cedo e sem erro larga na frente. A fila tem dono: idosos (com vantagem para os acima de 80), pessoas com deficiência ou doenças graves e professores. Entram no atalho também os que usaram a declaração pré-preenchida ou escolheram Pix com CPF. Fora disso, vale a regra nua e crua: quem declara antes, recebe antes. O calendário segue até 30 de setembro.










