Após mais de uma década fora do mercado, Rogério Ceron (foto: Reprodução TN), comandante do Tesouro Nacional, retomou as emissões em euros e levantou €5 bilhões — recorde nesse formato. A demanda superou a previsão inicial (entre €3 bi e €4 bi), permitindo ampliar o volume e reduzir as taxas. A operação foi dividida em três vencimentos (4, 7 e 10 anos) e atraiu mais de 700 investidores. Na prática, o governo troca promessa futura de pagamento por recursos imediatos, com custo menor que o esperado. O movimento mira diversificar o financiamento externo: menos dependência do dólar e mais acesso a diferentes mercados, incluindo o europeu e até o asiático. De quebra, estabelece referência para empresas brasileiras captarem lá fora — um teste direto de confiança no país.











