O crescimento inédito do número de indecisos na reta final da eleição pode ser sinal de punição do eleitor a Flávio Bolsonaro e Lula, segundo o diretor do instituto de pesquisa Quaest, Felipe Nunes (foto: Daniela Toviansky/divulgação). Para ele, este aumento – de 7% para 14% – também pode se refletir nas urnas como uma abstenção e no domingo, 25, este eleitor “vai simplesmente deixar de votar.” Para ele, esta indecisão crescente à medida em que a eleição se aproxima é inédita, “um movimento histórico.”











