*A declaração do presidente nacional do MDB, Baleia Rossi (foto: Bruno Spada/ Câmara dos Deputados), feita nesta segunda-feira, no Paraná, vai complicar os palanques do presidente Lula em diversos estados, como em Minas e em São Paulo. Segundo Baleia Rossi, o partido liberou os diretórios estaduais para apoiar o palanque presidencial que melhor atender à correlação de forças local em 2026. Ou seja, na prática, em âmbito nacional, candidatos a governador, senador e deputado poderão estar com Lula (PT) ou com Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Para interlocutores emedebistas o cálculo é simples e federativo: o MDB do Nordeste não vota igual ao MDB do Sul, o MDB de governos estaduais não se move como o MDB de oposição local, e a disputa por deputado federal pode exigir alianças diferentes da disputa por presidente da República.
*A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro reagiu à declaração do pré-candidato ao governo do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), em stories no Instagram, que o presidente Lula e o ex-presidente Jair Bolsonaro são “rigorosamente iguais” em diversos aspectos da política econômica. Ciro também descartou qualquer possibilidade de apoiar o senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), devido às divergências entre o PSDB e o PL no estado. Michelle reagiu afirmando que a movimentação política no estado não teve como objetivo retirar o PT do poder, mas estava ligada a projetos políticos. A ex-primeira-dama disse ainda que em breve divulgará um vídeo que gravou, mostrando os bastidores da política no Ceará.
*Os cariocas, a partir de agora, vão celebrar no dia 21 de junho o Dia de Machado de Assis. A homenagem foi instituída por decreto pelo prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere e coincide com a data de nascimento do escritor. A celebração passa a ser incluída no Calendário Oficial de Eventos e Datas Comemorativas do município. Machado de Assis, que foi fundador da cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras e seu primeiro presidente, deixou obras memoráveis como Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba e Dom Casmurro, apontadas como fundamentais para a formação da literatura brasileira e para a projeção da cultura nacional.










