*O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto (foto: Beto Barata/PL/Divulgação), afirmou nesta quarta-feira, 8, que não pretende indicar uma substituta para Michelle Bolsonaro na presidência do PL Mulher. Segundo ele, nenhuma integrante do partido teria o mesmo perfil da ex-primeira-dama para ocupar o cargo. “Sem querer desmerecer as mulheres do nosso partido, aliás, são muito melhores do que os homens, nós não temos ninguém à altura da Michelle”, declarou. Questionado sobre a possibilidade de deputadas como Bia Kicis e Júlia Zanatta assumirem a função, afirmou: “nomes nós temos, mas você já imaginou? Se a gente colocar uma, você sabe uma mulher como é que é, né?” Valdemar também afirmou que pretende extinguir a presidência nacional do PL Mulher.
*A Vale informou nesta quarta-feira, 8, que recebeu pedido de desligamento de Daniel André Stieler aos cargos de membro e presidente do Conselho de Administração da mineradora. O desligamento de Stieler não foi uma surpresa já que há semanas a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil (BB) e maior acionista da mineradora, vinha pressionando a Vale para a convocação de uma assembleia para substituir Daniel Stieler antes do fim de seu mandato, previsto para abril de 2027. Para analistas, a saída de Stieler antes do término de seu mandato teria como pano de fundo disputas internas na Previ, envolvendo o grupo do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. Stieler foi indicado pela própria Previ para membro do Conselho da Vale, quando presidia a fundação, cargo que ocupou até 2023.
*A direita avança nas Américas é a principal conclusão do estudo “Eleições nas Américas 2022-2025” feito pelo Ranking dos Políticos. A tendência é reforçada pela vitória de Keiko Fujimori na eleição presidencial do Peru e observada em diferentes países das Américas com o avanço de candidatos de direita e centro-direita. O estudo expõe ainda um desafio comum aos novos governos da região: mesmo após vencerem as eleições, presidentes que não conquistam maioria no Legislativo enfrentam dificuldades para implementar suas agendas. O estudo conclui ainda que estabilidade depende da capacidade de formar coalizões e garantir apoio parlamentar.










