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JOGO ABERTO

Por Paulo César de Oliveira
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Aloizio Mercadante (foto: Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo)

*O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante (foto: Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo), deve tirar férias em setembro para atuar, de maneira informal, no núcleo político da campanha de reeleição do presidente Lula. Em julho, Lula teria pedido a Mercadante para se licenciar do banco para integrar à campanha, mas à época o presidente do BNDES argumentou que daria uma contribuição maior se permanecesse no cargo. A intenção de Mercadante é colaborar na formulação e nas discussões estratégicas, segundo as diretrizes da política econômica de um eventual quarto mandato elaborado pelo núcleo econômico da campanha escalado pelo presidente Lula e formado pelos ministros Dario Durigan (Fazenda), Bruno Moretti (Planejamento) e Esther Dweck (Gestão), tendo como consultor o ex-ministro da Fazenda e candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad.

*A economista Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal e integrante da equipe econômica da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) e que foi um dos nomes cotados para ser sua vice, afirmou ser injusta a tentativa de vincular o senador ao chamado Caso Master. Ela afirmou durante participação em um podcast, que Daniel Vorcaro mantinha relações com agentes do mercado financeiro e negociou com toda a Faria Lima. Segundo Daniella, o crescimento do Banco Master ocorreu com a participação de grandes bancos e corretoras na distribuição de certificados de depósito bancário (CDBs). Disse ainda que Vorcaro promovia grandes eventos que eram frequentados por empresários, integrantes do Judiciário, parlamentares e representantes do mercado financeiro, argumentando que a proximidade do banqueiro com esses setores era pública e conhecida.

*Levantamento da Atlasintel aponta que as redes sociais terão uma influência relevante nas eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 88,3% dos entrevistados acreditam que influenciadores digitais terão influência significativa na escolha dos eleitores. Para 44,6% dos entrevistados, os criadores de conteúdo terão alguma influência sobre o resultado eleitoral, enquanto para 26,8% a influência será “muito grande”. Já para 9,1% o impacto dos influenciadores será pequeno e para 9,1% não terão qualquer influência sobre a decisão dos eleitores.

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