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JOGO ABERTO

Por Paulo César de Oliveira
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Luiz Fux (foto: Rosinei Coutinho/STF)

*Termina nesta quinta-feira, 1º, o prazo que a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal para que a Presidência da República e a própria AGU se manifestem sobre a ação ajuizada pelo setor de apostas esportivas contra a proibição das bets no Brasil. A ação foi protocolada pela Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e pelo Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) e questiona a medida provisória (MP) do governo Lula, proibindo as apostas esportivas e os cassinos on-line. O requerimento da AGU foi encaminhado ao ministro Luiz Fux (foto: Rosinei Coutinho/STF), sorteado para relatar as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) protocoladas pelo setor de apostas e cassinos. 

*O modo de fazer e pedra sabão realizado em Santa Rita de Ouro Preto, tradição que atravessa gerações e tem raízes no século XVIII, foi reconhecido como patrimônio cultural imaterial de Ouro Preto. O reconhecimento foi aprovado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural e Natural, e o dossiê com informações sobre as técnicas preservadas pelos artesãos foi entregue na última sexta-feira, 25. Na ocasião, o prefeito Angelo Oswaldo assinou o projeto de lei que propõe a criação do Dia da Pedra Sabão, no calendário oficial do município, e que será comemorado, em setembro, e será conhecido como “Mês da Pedra Sabão”. “Um dossiê abrangente sobre os fazeres da pedra sabão, no distrito de Santa Rita de Ouro Preto, garante o melhor conhecimento de toda essa arte que é patrimônio imaterial de Ouro Preto”, destacou o prefeito de Ouro Preto.

*A taxa de inadimplência média total registrada pelos bancos nas operações de crédito subiu de 4,9% para 5% de julho para agosto, informou o Banco Central (BC). O valor atingiu, assim, o maior nível desde o início da série histórica revisada pela autoridade monetária, em março de 2011. O indicador de inadimplência do BC considera as operações com atraso superior a 90 dias, tanto das pessoas físicas quanto das empresas. No caso das pessoas físicas, a inadimplência subiu de 5,8%, em julho, para 6% em agosto, o maior patamar da série histórica. Já para as empresas, a inadimplência ficou estável em 3,3% em no mês passado, o maior valor desde outubro de 2017 (3,4%).

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