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Menos cera, mais jogo e tolerância zero ao racismo na Copa de 2026

Por Paulo César de Oliveira
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vini (foto: Rafael Ribeiro / CBF),

As novas regras para a Copa do Mundo de 2026 estão sendo bem recebidas pelos críticos do futebol. O mundial estreia um pacote de regras para acelerar partidas e endurecer punições por discriminação. Adeus cera, olá cronômetro — e cuidado com o microfone aberto.  A Copa do Mundo de 2026 será a maior da história e, também uma das mais rigorosas. Além da expansão para 48 seleções e da organização conjunta por Estados Unidos, México e Canadá, o torneio estreará regras destinadas a aumentar o tempo de bola rolando e reduzir artifícios para esfriar partidas. Laterais e tiros de meta terão contagem regressiva para evitar atrasos.

Jogadores substituídos precisarão deixar o campo rapidamente, sob pena de prejudicar a própria equipe. Atletas atendidos em campo permanecerão fora por pelo menos um minuto após o reinício do jogo. O VAR ganhará novas atribuições, inclusive para corrigir erros em escanteios e revisar expulsões por segundo cartão amarelo. O Mundial também marcará a estreia da chamada “Lei Vini Jr.”, que prevê punições severas para manifestações racistas e discriminatórias, incluindo cartão vermelho para quem tentar ocultar ofensas cobrindo a boca. A mensagem da Fifa é clara: o futebol quer menos interrupções, mas também menos impunidade.

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