Lionel Messi (foto: Shaun Botterill/AFP) chega à final da Copa de 2026 com números que tornam difícil sustentar a antiga unanimidade argentina em torno de Diego Maradona. Aos 39 anos, soma 21 gols e 12 assistências em Mundiais e conduziu a seleção à terceira decisão de sua carreira, após o título de 2022. Maradona foi o gênio absoluto de 1986 e transformou o Napoli, mas teve trajetória mais curta e menos vitoriosa. A comparação, porém, exige cautela: épocas e condições eram distintas, e ele nem sequer pôde disputar a Bola de Ouro em seu auge. Messi superou os registros; Maradona permanece incomparável no impacto simbólico. O trono estatístico mudou de dono, mas a história não apaga seus reis.










