Uma comitiva do Quênia se reuniu, nesta quinta-feira, 14, com o desembargador do TJMG, José Luiz de Moura Faleiros. O assunto é o método das Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (Apacs), modelo exportado para o Chile, Paraguai e Costa Rica. Com a mesma população prisional de Minas Gerais – 60 mil presos – o sistema de justiça queniano não contempla o sistema semiaberto. Conforme Faleiros, a delegação veio aprender sobre o funcionamento das Apacs, “que desperta a atenção pelo baixo índice de reincidência criminal.”(foto: Riva Moreira/TJMG)











