O anúncio do corte de R$ 22,6 milhões no orçamento da Agência Nacional de Mineração (ANM) pode afetar, principalmente, as ações de fiscalização das barragens. Um dos estados mais afetados será Minas Gerais. Em nota, a ANM, presidida por Mauro Henrique Moreira Souza (foto Pedro França/Agência Senado), afirmou que “essas inspeções subsidiam decisões, ações de fiscalização e avaliações técnicas relacionadas à segurança das operações. A revisão do planejamento decorrente da restrição orçamentária afeta a programação de fiscalização para 2026”. Estavam programadas vistorias técnicas em 43 barragens e 18 pilhas de mineração até o fim do ano.










