A economia chinesa cresceu 4,3% no segundo trimestre, abaixo dos 5% registrados no início do ano. As exportações seguem como principal motor, com alta de 27% em junho, impulsionadas por semicondutores ligados à inteligência artificial, baterias e veículos elétricos. No mercado interno, porém, consumo fraco, crise imobiliária e queda dos investimentos limitam a expansão. A dependência crescente das vendas externas torna o país mais vulnerável às oscilações da demanda global. O mercado agora aguarda a reunião do Politburo, comandada por Xi Jinping(foto: Noel Celis/AFP), que poderá anunciar medidas de estímulo ao consumo, ao emprego e ao setor imobiliário.










