A presidente da Copasa, Marília Carvalho de Melo (foto: Guilherme Bergamini/ALMG), apresentou ao Ministério Público de Minas Gerais o pedido de investigação em relação aos rompimentos de adutoras nas últimas semanas em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. A suspeita é a de que os rompimentos foram provocados por atos de sabotagem, para desgastar a empresa e o governo de Minas no período eleitoral, devido aos transtornos causados à população. Essa possibilidade foi levantada a partir de análises da própria companhia em quatro ocorrências consecutivas entre 19 de agosto e 8 de setembro.











