Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), presidido pelo ministro Edson Fachin (foto: Rosinei Coutinho/STF), mostram que o número de ações penais envolvendo organizações criminosas e milícias praticamente dobrou nos últimos cinco anos. Isso revela o aumento da atuação do Estado no enfrentamento dessas estruturas e, ao mesmo tempo, a crescente complexidade do fenômeno criminal no Brasil. Levantamento do Painel Nacional do Crime Organizado aponta que as novas ações penais registradas na primeira instância passaram de cerca de 1,7 mil em 2020 para mais de 3,3 mil em 2025. O crescimento se aproxima de 100% no período.
Em cinco anos, o estoque de ações penais pendentes saltou de aproximadamente 5 mil para mais de 13 mil casos, evidenciando o aumento da demanda enfrentada pelo Judiciário.










