Aliados de Jair Bolsonaro (foto Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil) reagiram à decisão de Alexandre de Moraes que manteve o ex-presidente em prisão domiciliar, mas suspendeu por 30 dias as visitas, exceto de advogados e profissionais de saúde. A medida reacendeu comparações com os 580 dias em que Lula esteve preso na PF, em Curitiba. Naquele período, o petista escreveu cartas, manteve comunicação política e concedeu 22 entrevistas. A oposição aponta tratamento desigual.










