A estreia dos candidatos ao governo de Minas no horário eleitoral gratuito foi mais amena do que os que buscam subir a rampa do Palácio do Planalto, que iniciaram sua apresentação aos eleitores com troca ataques e acusações. Líder nas pesquisas de intenção de votos, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) reconheceu o “vaivém de sua candidatura”, mas prometeu uma gestão “mais humana” no estado. Sem imagens externas e usando um fundo preto, Cleitinho defendeu menos estado e mais povo, ao criticar a infraestrutura do estado e impostos como o IPVA, uma de suas bandeiras.
O atual governador, Mateus Simões (PSD), se apresentou afirmando que “antes de a gente assumir, Minas era o estado do não. Não pagava salário dos professores e dos policiais, não repassava dinheiro da saúde para os municípios, não mandava o ICMS para as prefeituras cuidarem da sua cidade”.
Já o deputado federal Patrus Ananias (PT-MG) focou na sua ligação com o presidente Lula e relembrou sua atuação à frente do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome durante os primeiros mandatos de Lula. Patrus fez críticas à atual gestão estadual de Minas, em especial aos gargalos na saúde pública. Alexandre Kalil(PDT) se apresentou rapidamente “porque é ruim de conchavo”, para justificar o seu pouco tempo no horário eleitoral gratuito e focou na sua administração na prefeitura de Belo Horizonte e adotou o slogan “tem gente que fala, Kalil faz”.
O empresário Flávio Roscoe (PL-MG), que mostrou sua ligação com o campeão de votos no estado na última eleição, o deputado federal Nikolas Ferreira, antes de se colocar ao lado de Flávio Bolsonaro. Mas apostou no slogan “Minas é Flávio”, também em referência ao senador Flávio Bolsonaro, que disputa a presidência. Gabriel Azevedo (MDB), se coloca como diferente dos adversários e como professor para sensibilizar o eleitor. (Foto reprodução Instagram)










