Dos 13 candidatos à Presidência, Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Samara Martins (UP) incluíram as emendas parlamentares em seus planos de governo. As propostas vão de transparência e rastreabilidade a limites de destinação. O mecanismo ganhou importância pelo aumento dos valores controlados pelo Legislativo e pela criação de regras que tornaram parte dessas despesas obrigatória, ampliando o peso das emendas nas negociações do Executivo para formar e manter sua base parlamentar. No Orçamento de 2026, cerca de R$ 61 bilhões foram destinados às emendas parlamentares. (foto: Luiz Rebelato/Divulgação)










