Paulo Brant, que foi vice-governador de Romeu Zema durante seu primeiro mandato e que é pré-candidato como deputado federal – considera que as entrelinhas da eleição mineira mostram “pessoas um pouco atordoadas”, dependendo de alianças para confirmarem candidaturas. Ou, quando confirmadas – como é o caso do PSD, com Mateus Simões – com dificuldades em estabelecer alianças. “Nos bons tempos da política, o governador de Minas era uma liderança nacional. Um estado tão importante e que fica a reboque”, lamentou Brant, nesta quarta-feira, 15, sobre as indefinições nas candidaturas ao governo de MG.










