A sucessão em Minas avança em ritmo morno, sem nomes capazes de incendiar o eleitorado. Para o governo, pesquisas indicam favoritismo do senador Cleitinho (foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado), mas o quadro ainda parece mais fruto de vácuo político do que de entusiasmo coletivo. Ao Senado, a disputa também segue dispersa, com candidaturas conhecidas, mas sem magnetismo popular evidente. No segundo maior colégio eleitoral do país, a eleição mineira começa menos como projeto de futuro e mais como arranjo de palanques nacionais. O Estado está relegado a segundo plano pela nacionalização do pleito. Se o eleitor descobrir isso, há espaço para surpresas.










