A disputa pelo comando do Senado promete traições dos dois lados. De um lado, Rogério Marinho, do PL-RN, calcula que pode conquistar votos até mesmo do União Brasil, partido de Davi Alcolumbre, que busca se reeleger. O atual presidente da Casa, por sua vez, projeta receber votos de senadores do próprio PL. A conta de lá e cá inclui dissidências em siglas como Republicanos, PP, MDB, Podemos e PSD. Como a votação será secreta, porém, nem mesmo os apoios anunciados, como os do Novo, garantem fidelidade na urna. (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
Em tempo: a candidatura de Rogério Marinho será lançada nesta quarta-feira (4/11).











