As emendas atribuídas aos ex-deputados federais Valdemar Costa Neto (foto: Beto Barata/PL/Divulgação), PL, e Eduardo Cunha (Republicanos) pela Polícia Federal foram viabilizadas pelas “emendas de liderança” dos seus partidos na Câmara dos Deputados, aponta estudo publicado pela Transparência Brasil. Segundo o estudo, a prática usada registrava emendas de comissão sob a autoria genérica de líderes partidários, ocultando os reais responsáveis pelas indicações. Em 2025, as “emendas de liderança” somaram R$1,3 bilhão, operacionalizadas por sete partidos: Progressistas, União Brasil, PL, Republicanos, Avante, Solidariedade e Podemos, sendo que Valdemar e Cunha se apropriaram de, respectivamente, R$ 119,2 milhões e R$ 6,1 milhões em emendas de comissão. Com base nas investigações, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o bloqueio de R$ 119 milhões em bens de Valdemar e de R$ 6 milhões de Cunha.










