Cinco anos após o auge da pandemia de covid-19, os shopping centers brasileiros consolidam uma transformação que vai além do comércio. Depois de enfrentarem o fechamento de lojas, queda de quase 50% nas vendas em 2020 e previsões de declínio do varejo físico, os empreendimentos passaram a diversificar suas atividades e reforçar seu papel como polos de convivência, serviços, lazer e gastronomia. Segundo o presidente da Abrasce, Glauco Humai, o setor contrariou as expectativas de que os shoppings perderiam relevância diante do avanço do comércio eletrônico. A experiência da pandemia acelerou a reinvenção desses espaços, que hoje buscam aproveitar integralmente sua estrutura para atender a novas demandas dos consumidores.










