A Copa do Mundo sempre foi um espetáculo global. Em 2026, porém, ela também se consolida como vitrine máxima do mercado de luxo. Em Nova York, hotéis já transformam o acesso à final do torneio em produto para uma elite internacional disposta a pagar valores equivalentes ao de uma mansão por poucos dias de exclusividade. O pacote de US$ 1 milhão oferecido pelo The Mark não vende apenas hospedagem. O que está à venda é algo mais raro: conforto, privacidade e proteção contra os inconvenientes que acompanham grandes eventos. Em outras palavras, comercializa-se a possibilidade de assistir ao maior espetáculo do futebol sem enfrentar as multidões que o tornam possível. Na Copa de 2026, o futebol continuará sendo o protagonista em campo. Fora dele, o verdadeiro jogo será disputado entre exclusividade e ostentação. (Foto: Nike)










