O CEO e fundador da Rainmaker, Augustus Doricko (foto: Reprodução/Shutterstock), afirma ter produzido cerca de 72 milhões de litros adicionais de chuva em apenas três horas na Península de Kenai, no Alasca, em 23 de agosto. A empresa usa drones para lançar iodeto de prata em nuvens já existentes, estimulando a formação de cristais de gelo e aumentando a precipitação. A técnica, conhecida como semeadura de nuvens, existe há décadas, mas sua eficácia ainda provoca debate. A Rainmaker diz ter desenvolvido métodos de radar capazes de distinguir a chuva natural daquela induzida pela operação. A promessa é ambiciosa: reforçar rios e reservatórios castigados pela seca e, futuramente, até auxiliar na recuperação de geleiras. A tecnologia, porém, também desperta dúvidas ambientais e já enfrenta restrições legais em estados como a Flórida.











