Enquanto a Europa já registrou cerca de 40 mortes relacionadas ao calor por conta do El Nino, em Minas Gerais há 80% de chances de temperaturas acima da média, chuvas irregulares, risco de queimadas e incêndios florestais por conta do fenômeno climático. Podem ser comprometidas culturas de soja, milho, feijão e café. A palavra de ordem é prevenção, segundo o coordenador estadual da Defesa Civil, o coronel Paulo Roberto Rezende. “Estamos monitorando os cenários climáticos e trabalhando para fortalecer a proteção da população.” Longe de ser terrorismo ambiental, MG sofreu, em fevereiro, na Zona da Mata, impactos de evento climático extremo que espalhou destruição e morte. Entre as orientações da Defesa Civil estão o uso consciente da água e a prevenção de queimadas. As ações incluem, ainda, educação ambiental em escolas, com produtores rurais e conscientização sobre preservação ambiental. (foto: Dirceu Aurélio/Imprensa MG)










