Reeleito para o quarto mandato, o presidente Lula enfrenta o desafio de equilibrar as contas públicas sem sacrificar compromissos sociais de campanha. Sob pressão do mercado financeiro, o governo avalia mudanças no arcabouço fiscal, incluindo restrições permanentes ao crescimento das despesas e maior rigor no controle do Orçamento. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, promete resultados fiscais melhores, mas ainda não apresentou medidas concretas. Após reunir economistas como Fernando Haddad e Guido Mantega, Lula deverá analisar propostas na segunda quinzena de novembro, depois de retornar de compromissos internacionais. O desafio será conciliar responsabilidade fiscal e expansão das políticas sociais.











