Marília Campos (foto reprodução) entra em campo para ajudar o PT a encontrar um nome para a disputa ao governo de Minas. Ela lamenta ter feito uma aposta em Rodrigo Pacheco e perdeu a afirma que “fiz parte dessa grande torcida para que ele (Pacheco) fosse o nosso candidato ao governo, mas perdi. Agora é bola para frente e reconstruir a alternativa. A vida é assim, perdas e ganhos”.
Nesse momento, Marília, que é candidata ao Senado, entende que o PT precisa ser prático e “não podemos caçar pelo em ovo. Temos agora que comer o mingau pelas beiradas, como bom mineiro, sem queimar a língua, e marchar para frente com o Kalil. Foi o que disse ao Edinho”, ao defender que o partido se alinhe à candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, do PDT.











