Em conversa recente com o presidente Lula, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes (foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputado), teria feito um alerta que soou como senha nos bastidores de Brasília. Segundo relato atribuído à coluna de Lauro Jardim, o ministro disse ao presidente que, “se for preciso”, caberá ao Supremo “vigiar o TSE” nas eleições. A frase ganha peso porque a Corte eleitoral será comandada pelo ministro Nunes Marques, com André Mendonça na vice-presidência — ambos indicados ao STF por Jair Bolsonaro. O TSE nunca teve um fiscal institucional declarado. Por isso, a advertência de Gilmar abre uma pergunta incômoda: se agora se fala em vigiar o vigia, é porque alguém teme que a fechadura eleitoral range antes da hora?










